Roberto Ferreira de Macedo, Advogado

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Silvio Alexandre Porto
Silvio Alexandre Porto
Comentário · há 8 horas
Sobre eleger a educação como exclusividade de uma suposta "elite", há de se notar que se existe algum estado e ele vai investir em algo, moralmente é segurança, saúde e educação. Só se pode pensar em diminuir os últimos dois se os impostos forem minimizados a quase nada! No meu ver a universidade pública está sendo pouco eficiente pelo número baixo de vagas para as aulas e excesso de cargos comissionados e outros que nada têm a ver com aulas ou mesmo pesquisa. Para acessar um recurso pela via meritocrática fatalmente será investido esforço pessoal ou dinheiro, mas mesmo com o segundo, dependendo da concorrência, o primeiro ainda é determinante. Mas digamos que supostamente os mais pobres cuidem da educação dos filhos tanto quanto os mais ricos o fazem (supondo que a maioria deles façam). Se engana que até ai há dinheiro na baila, se há algum, muito pouco, pois educação é diferente de instrução. Sobre isso cito o Antônio Ermínio de Moraes: "Não crio meus filhos com ar-condicionado no verão e calefação no inverno para que não se acostumem ao luxo fácil e à vida mansa. O melhor que posso deixar para eles é educação e apego ao trabalho. Ganhar sem trabalhar pode ser bom para o bolso. Mas é péssimo para o caráter.". Portanto, para simplificação tornemos o processo linear admitindo dinheiro x esforço. Se o suposto rico enfiou 5000 por mês em instrução para o seu filho estudar na USP durante os 12 anos de sua escolaridade foram investidos 720 mil reais onde só os 30% sobre o lucro da escola perfazem 216 mil reais. Um curso de direito em uma universidade particular custa entre 45 e 60 mil reais (incluindo os 30% de imposto os quais poderiam ser isentos já que seria um DIREITO constitucional). É uma ilusão achar que qualquer empresa ou trabalhador não inclua os impostos em sua planilha de preços para determinado serviço. Que negocião, né?
Silvio Alexandre Porto
Silvio Alexandre Porto
Comentário · há 8 horas
É por isso que o estado deve ser mínimo. Fico me perguntando: qual é a utilidade, por exemplo, de um agente da Abin para ele ganhar mais do que um médico. E de todas estas outras agências? O Collor de Mello é, digamos, uma personalidade singular, mas sou obrigado a acreditar nele quando diz que lhe ofereceram "inteligência" na ocasião de sua presidência e apareceram com dociês com um monte de fococas (tipo: quem "dá" para quem?). As primeiras coisas a serem desmanteladas seriam esses cabides. Agências servem apenas para gerar burocracia. Se você quer um sistema de transportes que funcione, dê liberdade absoluta, mas deixe claro que se alguém errar haverá consequências (e não choramingos de juristas porque um condenado que estava fazendo piada da justiça na cadeia foi devidamente algemado para ficar claro que é um preso). Num sistema assim os erros por dolo serão inibidos com ações macro e não multas e papel em quem está trabalhando. Ao invés de preencher papel e se preocupar com multas as pessoas passarão a investir mais tempo e recursos nos freios dos ônibus e dos caminhões! Saúde, habitação e educação são outras palhaçadas que aparecem como "direitos constitucionais", mas o cidadão para obter precisa pagar a preço de ouro, não pelo serviço em si, mas pelos encargos (autorização para construir, iptu, etc), impostos embutidos em remédios e serviços médicos e educação na base de 30% só do lucro líquido das universidades que fatalmente serão pagos pelo consumidor desses serviços. Na verdade tudo resume-se ao "carimbaço" do clientelismo. Há vários ai que votaram na trupe do PT por medo de qualquer outro acabar com o Fies (o mesmo que cambaleou com o próprio PT por esse ter "quebrado o banco"), outros porque são gratos pelo emprego público que conseguiram na avalanche de vagas que fizeram (inchando o estado, mas é a gente que paga por isso), ou mesmo um "bolsa família", ou ser nomeado para algum cargo, não importa.

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